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A importância do autoconhecimento

Para esse último texto da série Consumo Consciente aqui no Costanza Who, resolvi tratar de um assunto que vai um pouco além de moda e estilo, mas que é tão importante quanto eles: o autoconhecimento.

Demorei uns bons anos para entender o motivo dessa importância e, acreditem: nem toda a experiência e tempo do mundo serão capazes de desbravar toda essa preciosidade que a gente tem.

O autoconhecimento é uma espécie de filtro entre nós (que, aqui, o “nós” engloba corpo, mente e espírito) e o mundo – cheio de tendências – que estamos inseridos. É esse filtro, moldado durante todos esses anos de acordo com as nossas experiências, histórias e repertório, que determina nossos gostos, referências, vontades e sonhos.

Se, então, pensarmos nesse sentido de que cada indivíduo é uma pessoa única, qual a razão de querermos ser iguais aos outros?

importancia-autoconhecimento_Costanza-WhoLevando o assunto para o campo da moda, fico um pouco assustada em perceber a quantidade de estilos categorizados e como esses mesmos estilos são empurrados goela abaixo para nós, pela internet e pelas revistas do segmento. Não julgo quem gosta e segue todas as tendências da próxima estação, mas será que isso é mesmo tão importante?

Uma vez durante as aulas de formação em consultoria de estilo, a professora explicou a diferença entre imagem e estilo. Segundo ela, imagem é o que as pessoas – dentro do seu próprio repertório – pensam ao olhar para você, enquanto estilo é o que você É e quer transmitir para o mundo, ou seja, o que você deseja que as pessoas pensem sobre você.

Dizer que alguém “não tem estilo” é um conceito precipitado; se a pessoa escolheu o carro que dirige, a música que escuta, o livro que lê e a roupa que veste, ela consequentemente fez escolhas e essas escolhas determinaram uma série de outros aspectos, tanto conscientes quanto inconscientes.

Por isso é muito mais importante pensar, de verdade, no que faz seus olhos brilharem ao invés de se basear pela escolha dos outros. Buscar referências em pessoas que admiramos e traduzir esse gosto para a nossa vida é uma coisa, querer ser a pessoa é outra.

Somos pessoas únicas, com histórias, felicidades, tristezas e momentos únicos. Traduzir toda essa preciosidade para a vida real é o que faz o autoconhecimento ser uma das ferramentas mais poderosas da nossa relação com o mundo.

Esse texto faz parte da série Consumo Consciente. Já viu os outros?

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*Por Júlia Meirelles, em colaboração para o CW

Textos assinados por diversos colaboradores do Costanza Who

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