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Um tour pela TexPrima, referência no mercado de tecidos

Basta dar uma volta nas regiões do Brás, Bom Retiro ou 25 de março para constatar o óbvio: em São Paulo, existem centenas de opções de lojas de tecidos, entre amadoras e profissionais e para todas as faixas de preço. Também não é nenhuma novidade dizer que a qualidade e o tipo de tecido influenciam muito a nossa percepção sobre uma roupa. Mais difícil do que isso, é conseguir prever o que os estilistas, suas marcas e  consumidores vão procurar em termos de cor, textura, leveza e modelagem daqui a 6, 12, 18 meses. São todos esses os desafios de um mercado extremamente saturado e competitivo.

Com um grande investimento em pesquisa de tendências e criação, a TexPrima se tornou referência de alto padrão no mercado de tecidos. Quando você fala do têxtil, que é o começo de toda a cadeia produtiva, toda pesquisa precisa ter esse olhar de prever o comportamento e o desejo das pessoas, que só vão ver a peça pronta dali a pelo menos um ano.

Diferente de marcas, que tem o seu público-alvo muito bem definido, outro desafio de empresas como a TexPrima é trabalhar com uma abrangência muito grande e conseguir atender clientes de regiões e lifestyle diferentes. A cada coleção, são desenvolvidos cerca de 200 produtos, entre alfaiatarias, jacquards, rendas, malhas, etc.

Apesar de só vender a matéria, a TexPrima se preocupa em construir algumas peças finais para ajudar seus clientes a visualizar e entender a tecnologia e o caimento daquele tecido. Ela também tem uma equipe dedicada a desenvolver algumas estampas, que podem ser compradas com exclusividade, para clientes que não quiserem passar por esse processo. Tudo para oferecer uma experiência completa e especial aos seus compradores.

Para criadores e estudantes de moda: a Loja Oficina

Além do showroom, que é dedicado a clientes de grande porte e que compram em larga escala, a TexPrima tem um espaço dedicado a estudantes de moda e a novos criadores. Além de vender quantidades menores de tecidos, a ideia dessa oficina é incentivar a troca de experiências criativas. Funciona ali também uma espécie de co-working de moda, com equipamentos de costura e profissionais para dar o suporte necessário. Show, né?

E olha que legal, eles também desenvolveram um clipe de um minutinho mostrando um pouco de todo esse trabalho que eles desenvolvem. Dá super pra ter uma ideia de como é o processo do começo ao fim!

Fundadora & Editora do Costanza Who. Jornalista e produtora de conteúdo sobre moda, beleza e comportamento.

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