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Projeto Orgulho Pink: a vaidade é a mesma

A vaidade é a mesma. Foi com essa frase que Camila Coutinho, do blog Garotas Estúpidas, e Flávia Flores, autora do livro Quimioterapia e Beleza, receberam convidados e imprensa para o lançamento do Orgulho Pink na última quarta-feira, em São Paulo. O projeto desenvolvido em conjunto pelas duas é uma websérie com quatro capítulos com dicas para lidar com o dia a dia da doença, com conteúdo focado nas necessidades e dúvidas dessas mulheres em tratamento contra o câncer.

Para cada episódio, diferentes profissionais se alternam para conversar sobre temas como moda, saúde e beleza e mostrar a importância de manter a autoestima durante o tratamento. Entre eles, a estilista Patricia Bonaldi, a maquiadora Juliana Rakoza e a nutricionista Fernanda Reis. A cada semana de outubro, um vídeo novo será lançado na internet.

Orgulho Pink Decorado todo em rosa, cor que representa a luta contra o câncer de mama, o restaurante Capim Santo abriu as portas mais cedo e serviu um brunch completo aos convidados, seguido de uma coletiva de imprensa com as idealizadoras do Orgulho Pink – a Camila e a Flávia. Presentes no evento para prestigiar as anfitriãs, estavam as atrizes Ana Hickman, Bruna Marquezine, as blogueiras Nati Vozza e Paula Martins e a modelo Micheli Provensi, entre várias outras convidadas.

Vale lembrar que o projeto foi apoiado desde o início pelo Shop2Gether, que está vendendo o lenço exclusivo criado pela estilista Patricia Bonaldi – cuja renda será 100% revertida para a causa. Então se você se identificou com a proposta, é uma forma interessante de fazer a sua parte!

Orgulho Pink

Larissa Felsen, fotógrafa de moda e beleza

Atual fotógrafa-queridinha da Glamour, Larissa Felsen veio de Atibaia pra São Paulo seguir seu sonho em 2010, e quatro anos depois pode-se dizer que ela encontrou tudo aquilo que buscava. Foi ela quem fez as fotos para a revista do (maravilhoso) Ian Somerhalder quando ele passou pelo Brasil e também quem fotografou aquela coleção incrível da Farm em parceria com a Adidas, sabe? Pois é, não seria errado dizer que 2014 está sendo o ano da Larissa, mas que daqui pra frente só podemos esperar trabalhos cada vez mais bacanas. 

Larissa Felsen fotografa de moda

DE ATIBAIA PARA SÃO PAULO

Larissa é a prova de que talento e força de vontade são capazes de te levar muito longe. Formada em jornalismo, ela começou a se aventurar na fotografia ainda adolescente fazendo algumas fotos estilo editorial de moda com as amigas, mas sem as roupas, sem modelo profissional. “É a sua amiga ali, sendo bacana com você.” Durante a faculdade, teve apenas um semestre de fotografia e toda o seu conhecimento teórico no assunto vem de livros que herdou de um tio, de forma completamente autodidata. “O interessante é que os livros são dos anos 70, 80 – a teoria é toda das câmeras analógicas e elas são bem mais complexas que a digital. Com a digital você fala tem várias chances de errar, apagar e tentar de novo”.

Foi no meio do curso, já sabendo que não queria trabalhar com jornalismo e tendo explorado a fotografia de forma amadora, quando começou a surgir a ideia de tornar o que então era apenas um hobby na sua profissão. Com isso, Larissa entrou no dilema de trocar o certo pelo duvidoso, já que pra se tornar fotógrafa profissional teria que se mudar pra São Paulo. “Acredito que a vida é curta, eu tenho essa vida agora então decidi fazer o que eu quero dela e ver se dá certo. E deu.”

OS PRIMEIROS JOBS

“Dei assistência durante um ano para um fotógrafo – eu entrei, na verdade, para aprender sobre luz. A minha experiência era toda externa, eu não sabia mexer em estúdio nem nada.” Depois de absorver o básico, era hora de mais um salto na carreira – começar a fotografar sozinha. Além do seu trabalho como assistente, Larissa Felsen também fez muitos jobs de testes em agências de modelo quando chegou em São Paulo – e, na época, seu portfólio se resumia a isso somado ainda às fotos de suas amigas de anos atrás. Mesmo assim, logo que saiu do estúdio do fotógrafo já conseguiu seus primeiros jobs.

Larissa Felsen fotografa de moda

Alguns dos esquemas de iluminação rascunhados por Larissa

“Um dos meus primeiros trabalhos empolgantes, não necessariamente o primeiro, foi a campanha que fiz para uma marca de surf em 2011. Você para e pensa: gente, é uma camapanha – são 40, 60 looks e sempre tem aquela insegurança se você vai dar conta. Sempre fico ansiosa antes, obcecando com cada detalhe e planejando todo o esquema de luz que, no dia, nunca acaba sendo aquilo mesmo. Mas no dia das fotos mesmo você acaba relaxando.”

A solução da Larissa pra praticar as habilidades fotográficas, ter liberdade nas escolhas visuais e ainda dar um up na carreira? Fazer as fotos simplesmente como portfólio, e depois procurar alguém que queira publicá-las. “Um editorial memorável foi um que fiz pro site Ben Trovato. Isso foi em 2011, um dos meus primeiros editoriais. Liguei na agência de modelo e falei – eu quero a Nathalia Oliveira, que na época estava fazendo Elle. E era naquele esquema sem cachê, num domingo. E nem eu acreditei, mas deu certo!”

SERÁ QUE FOTÓGRAFA TAMBÉM TEM ROTINA?

“Ah, cada trabalho é diferente. Eu gosto muito quando o cliente entra em contato com um ou dois meses de antecedência para fazer campanha, pra ter tempo de trocar referência. Mas geralmente as revistas que eu faço dão um briefing um dia antes. A minha rotina tem sido mais: Você tá livre amanhã? Tô.” Numa semana comum, Larissa fotografa de quatro a cinco dias entre revistas, campanhas e, raramente, books de modelo.

“Em termos de rotina é acordar cedo, fotografar o dia todo, voltar pra casa, passar as fotos, já pensar na foto de amanhã… E eu sou muito obcecada com equipamento, então eu sou aquela que eu fico de olho na bateria que tá carregando, tô tratando foto mas ela tá ali… Aí colocar tudo na mala, ver se está tudo realmente na mala.” E o que parece ser óbvio, como o prazo de entrega das fotos, na verdade é um dos diferencias da profissional principalmente ao tratar com o mercado editorial. “Eu tenho obsessão também mandar as coisas muito rápido. Se eu tiro uma foto hoje e acaba relativamente cedo, tento mandar no mesmo dia pelo menos as fotos em baixa. E isso faz diferença porque jornalista, especialmente em época de fechamento, tá sempre com pressa.”

Larissa-Felsen_fotógrafa-de-moda_Costanza-Who O EMPREGO DOS SONHOS TAMBÉM TEM SEUS DOIS LADOS

“A melhor parte é acordar todos os dias e falar gente, que sorte que eu tenho de fazer o que eu realmente gosto e conseguir manter uma vida com isso. E outro lado que eu vejo como muito positivo é a satisfação depois que você fez a foto, seja revista, campanha, pra você mesmo, de você terminar o trabalho e poder dizer: eu fiz uma coisa bonita hoje. Eu acho que o mundo é muito pesado, muito estressante e feio, de certa forma. Fazer uma coisa bonita tem uma importância pra mim e me faz feliz.”

E como toda profissional que aprendeu que colocar o sonho no topo da lista de prioridades muitas vezes é necessário, um dos lados negativos geralmente é o que você deixa de lado pra chegar onde quer. “A minha vida social tem andando meio em baixa. Vamos sair? Vamos, mas de repente a revista precisa de um abre e eu não perco oportunidade. Mas eu acho que negativo mesmo talvez seja a falta de respeito com a categoria, mas isso vem desde uma esfera maior, de governo. Vem um pouco também da má imagem que fotógrafos irresponsáveis, que não entregam as fotos, que fazem um trabalho ruim, deixam no mercado. Mas é isso, acho que em todas as áreas tem muita gente boa mas muita gente não tão boa.”

 

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Essie no Brasil: o planejamento de marketing

Para nossa alegria, muitas marcas estrangeiras estão de olho no mercado brasileiro. Só entre 2013 e 2014 já desembarcaram por aqui Gap, Desigual, Guess e a tão falada Forever 21, e marcas como H&M, Abercrombie&Fitch, Uniqlo, Banana Republic e Old Navy  já admitiram que a vinda para o Brasil pode acontecer num futuro próximo. Embora a chegada de todas essas grifes prometa rechear nossos armários de novas opções, no começo do ano uma marca em especial se destacou e fez bastante barulho ao chegar no país. Estamos falando da Essie, marca de esmaltes do grupo L’Oreal que está presente em cerca de 250 mil salões de beleza e nail bars espalhados por mais de 120 países!

Essie no Brasil Para apresentar a Essie às brasileiras, a estratégia utilizada foi uma festa  na Zipper Galeria, em São Paulo, apenas para uma lista seleta de convidados, entre eles celebridades, entusiastas da marca e gente que entende do assunto, como Celso Kamura Patricia Maldonado, Maythe Birman e Carol Castello Branco.

Em entrevista para o CW, o gerente de marketing da Essie no Brasil, Fernando Valente, explica que a marca apostou no Brasil porque o mercado interno é muito promissor – segundo pesquisas, 87% das mulheres brasileiras já têm o hábito de usar esmaltes. Mas para manter o status dos esmaltes Essie, que custam em média 35 reais o vidro, a marca não será comercializada em lojas, atacados e perfumarias, sendo dedicada ao salão de beleza. “Os esmaltes têm se tornado, mais que um cosmético, um verdadeiro acessório de moda: cores surpreendentes, design, texturas. Esta revolução é uma oportunidade para o salão de beleza ampliar e complementar seu portfolio de serviços de beleza. Os cuidados com as unhas, além de trazer fluxo de clientes para o salão, já representam hoje cerca de 20% do faturamento do salão, sendo um pilar estratégico para o negócio. Nosso movimento é apenas direcionar estas clientes para o salão, onde elas terão a experiência de um produto profissional”.

Essie no Brasil

A Essie foi criada em 1981 por Essie Weingarten, uma apaixonada por unhas que percebeu a falta de inovação na área. Em 2010 a marca foi adquirida pela L’Oreal e hoje é queridinha de muitas famosas. Madonna, Angelina Jolie, Rihanna, Scarlet Johanson e a Princesa Kate Middleton – que usou a cor Allure em seu casamento – estão entre suas fãs. Dentre os 300 tons que a marca possui, 108 estarão disponíveis nos salões brasileiros. Serão cores para todos os estilos e ocasiões: sexy, divertida, clássica e moderna. Todas desenvolvidas com tecnologia de ponta e sempre pensando na saúde das unhas.

Sobre o futuro da marca em terras brasileiras, Fernando Valente não exclui a possibilidade da abertura de um salão flagship como o de Nova York, mas explica que não é da responsabilidade da Essie tal empreitada. “Estes espaços são abertos por clientes e nós só entramos com a marca, o que ajuda a criar uma atmosfera exclusiva e sofisticada. Existem algumas propostas de abertura sendo avaliadas em algumas cidades”. Ficamos aguardando novidades!

*Por Marina Gabai, em colaboração ao Costanza Who

 

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