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Confissão do mês: eu odeio fazer as unhas!

É isso mesmo, eu não tenho, nunca tive e nunca vou ter paciência pra ir semanalmente no salão manter minha manicure em dia. Quanto mais (credo!) fazer isso em casa. Não levo jeito, borro tudo e ainda me estresso porque sou perfeccionista. Admito também que não vejo a menor graça, por consequência, de ficar vendo manicure alheia. Blog só para falar de unhas? Passo longe!

Isso não quer dizer que quando a ocasião pede (leia-se formatura, casamento e só) eu não ceda à pressão, tome vergonha na cara e vá pintar as unhas, é claro. Mas nunca entendi o pavor de algumas pessoas em serem vistas de unha mal feita ou por fazer.

confissao_costanza-who

Cosmopolish, um dos primeiros Nail Bars de São Paulo

Eu ouso dizer que a humanidade nunca passou por um período tão imagético quanto o que estamos vivendo. Julgamentos baseados em primeiras impressões sempre foram feitos, mas em tempos de instagram é esperado das pessoas estarem cada vez mais impecáveis. Com a sobrancelha feita, a depilação em dia, a raiz retocada. Imagino que quem trabalha com moda deve sentir ainda mais essa pressão – parece que todo dia seu look precisa ser digno de uma fotografia de streetstyle.

Mas, voltando ao assunto, não é que sou favor de assumir totalmente o meu lado relaxado e ir trabalhar de pijamas, pelo contrário! Mas sou contra tudo o que assume esse caráter obrigatório e faz sentir mal quem não consegue aderir, sabe?

Outro dia o meu namorado fez um comentário meio de brincadeira sobre como gosta de quando eu estou com as unhas pintadas e gostaria que estivesse sempre assim. Na hora apitou o meu radar! Quer dizer que além de tudo o que eu já faço pra manter minhas belezas em dia, ainda preciso (ênfase no preciso) adicionar a manicure à lista? E ai de mim se estiver sem tempo ou até mesmo só com preguiça? Não, não!

PS: Que fique claro que o boy só falou isso despretensiosamente e depois que eu expliquei tudo isso pra ele, ele acabou me dando a razão. Só precisava de um exemplo mesmo! Nada de mal entendidos, rs.

QUIZ: O que não se deve fazer no SPFW?

Essa é a última parte da nossa tag QUIZ, que fizemos durante a edição de inverno 2015 do SPFW. A nossa última dúvida para quem passou pelo evento era saber o que não é legal fazer no fashion week. Vem ver as respostas:

Vic Ceridono, editora de beleza da Vogue e autora do blog Dia de Beauté/ @diadebeaute

“Fazer carão e dar carteirada é gafe sempre, né.”

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Jorge Wakabara, editor-chefe do site Lillian Pacce / @wakabara

“Não se pode esquecer o objetivo principal, que é divulgar essas marcas, os lançamentos, ou seja, é trabalho. A gente não tá aqui pra fazer fuzuê. Todo mundo tem que trabalhar, tem a sua função no SPFW e a gente não pode se esquecer disso. Mas eu acho que também não pode entrar muito numa nóia de trabalhar até morrer, porque isso não é bom pra ninguém. Você precisa se equilibrar, ter calma nas horas que precisa e respirar fundo.”

Jorge-Wakabara_SPFW

Vanessa Duarte, consultora de estilo / @vanduarte_estilo_imagem

“Eu acho que tietar muito, sair correndo atrás de blogueiro, de famoso. Você quer tirar foto? Vai chegando perto, finge que é natural.”

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Beto Siqueira, coolhunter do portal FFW e sócio fundador da empresa Vitesse de Visual Merchandising / @betosiqueira

“Vir montado demais sem ser a sua personalidade, só pra aparecer ou coisa do tipo. É você colocar um look só pro SPFW. Se você for uma pessoa muito montada no dia-a-dia e vier montado pro fashion week, tudo bem. Agora você fazer isso só pro evento eu acho cafona.”

Beto-Siqueira_SPFW


Essa matéria faz parte da cobertura do SPFW Inverno 2015.  Leia mais sobre o evento.

Glossier, a última criação de Emily Weiss

Se você passa um tempo razoável na internet e tem um interesse mínimo por beleza, com certeza já cruzou em algum momento com o nome de Emily Weiss. Foi ela quem lançou, em setembro the 2010, o (incrível) blog IntoTheGloss depois de não encontrar na internet nenhum conteúdo sobre o assunto que a inspirasse. Pois chegou a hora de Emily investir num novo projeto – a Glossier, marca de produtos de beleza e cuidados com a pele com uma proposta leve e divertida.

Glossier_Costanza-Who Depois de quatro dentro da indústria, Emily Weiss divide, fabricar produtos de beleza era provavelmente a única coisa que ela não sabia nada – além de que demanda muito tempo. “Mas eu estava disposta a trabalhar duro e eu fiz o que qualquer um que não sabe como fazer alguma coisa faria: aprender.  Eu contratei o ex-diretor de desenvolvimento de produto da MAC e nós começamos a marcar reuniões com químicos e fabricantes de renome mundial”, complementa. Depois de muitas viagens pelo país, eles encontraram a pessoa certa pra dar vida aos seus produtos dos sonhos e passaram meses e mais meses testando e modificando-os até ficarem perfeitos.

Para essa primeira fase, a Glossier lançou quatro produtos: Soothing Face Mist (US$ 18), Priming Moisturizer (US$ 25), Balm Dotcom (US$ 12) e o Perfecting Skin Tint (US$ 26). Eles não se encaixam exatamente na categoria de maquiagem tanto quanto de cuidados com a pele – é que embora haja uma semi-base entre eles, a ideia é tratar a pele para que ela precise cada vez menos de maquiagem. O lema da marca é: tudo o que você precisa para se tornar a melhor versão de si mesmo. Ou seja, fora com o efeito de cobertura excessiva!

Glossier_Costanza-Who Há mais ou menos um mês foi anunciado no IntoTheGloss a chegada da Glossier, sem contar, no entanto, do que se tratava essa nova empreitada. Isso com direito a vários teaser no facebook e instagram (@glossier) para criar uma curiosidade em torno da marca. Tudo na Glossier foi muito bem pensado e traduz em poucas palavras o conceito de Emily de beleza natural. Sem excesso de produtos desnecessários, que você acaba nunca usando mesmo, e sem tentar te transformar em outra pessoa, e sim ressaltar o que você já tem.

Por enquanto os produtos da Glossier só podem ser encontrados no e-commerce da marca, que infelizmente ainda não entrega fora dos EUA. A boa notícia é que o site já avisa da intenção da marca de viabilizar a entrega no mundo todo.