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O job cobiçado da assistente de PR da Louis Vuitton

Naiara Wagner é prova viva de que determinação e energia são essenciais no início de uma carreira. Ela é formada em jornalismo pela Cásper Líbero e já passou por redações como Vogue e M de Mulher – tudo isso ainda na faculdade! –, mas foi no mundo do PR de luxo que ela realmente encontrou a sua vocação.

Ela entrou na Louis Vuitton ainda como estagiária em março de 2014, e trabalhou muito, mas muito mesmo, para conquistar seu espaço e garantir que fosse efetivada ao final do curso. Dito e feito: hoje ela ocupa o cargo de assistente de PR, respondendo diretamente à Patricia Romano, que é Head of PR da América do Sul. O trabalho de PR (Public Relations) vai um pouco além do que aqui no Brasil nos acostumamos a chamar de assessoria de imprensa: além de fazer a ponte com a imprensa, há todo um trabalho de fundo focado em estratégia, fittings com celebridades… E como a posição é dentro do próprio escritório da Louis Vuitton, isso é ainda mais forte.

Obviamente, não perdemos a chance de conversar com ela e entender um pouquinho como é trabalhar nesse nicho tão específico e disputado. Confira:

Naiara Wagner, a PR da Louis Vuitton em viagem recente à Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte

A PR da Louis Vuitton em viagem recente à Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte

Como você chegou até a Louis Vuitton?

Vi a vaga de no Instagram, minha chefe postou uma foto dela com uma plaquinha “procura-se um estagiário brilhante”. Mandei então meu currículo. Na época eu estagiava no site M de Mulher e já falava com a coordenadora de PR da LV, então pedi também pra ela me ajudar. Fiz a entrevista e deu certo. Mas vagas de estágio aparecem bastante em marcas internacionais, o que é raro é vaga efetiva. Antes disso trabalhei na revista Vogue, na assessoria de imprensa e relações públicas Monica Mendes Comunicações.

Você lembra o que vestiu nessa entrevista? Como é que foi o processo seletivo?

Lembro super bem, vesti uma calça jeans e uma blusinha preta. Partircularmente acho melhor ir mais básica pra entrevistas, principalmente se for de moda. Seu discurso tem que ser o centro da conversa. Quando nos montamos demais as vezes passa uma impressão errada. O processo foi tranquilo, só fiz uma entrevista e passei. Não tenho ideia se tinham muitas outras pessoas concorrendo ou poucas, nunca perguntei. Mas estava super nervosa como todo mundo fica. É tão difícil falar o melhor de si próprio em tão pouco tempo sem parecer clichê ou meio convencida… Devo ter gaguejado um pouco, mas acho que ficou a mensagem que eu queria muito estar lá e que iria aproveitar essa oportunidade se passasse.

E como é o seu relacionamento com a sua chefe, a Patricia Romano, que é Head of PR?

Sempre me dei bem com minha chefe, mas demorou bastante pra eu condicionar meu raciocínio pra ideias realmente legais para a marca e para o nosso trabalho – para “pegar o jeito”. Ainda peno com algumas hoje em dia. Naturalmente, à medida que fui evoluindo pude colaborar mais para as conquistas do nosso departamento e fomos nos tornando mais próximas. Ter empatia com chefe é ótimo, mas acho mesmo que o principal é sempre fazer um bom trabalho e ter respeito pela hierarquia.

Como é a sua rotina? Que horas você chega, o que faz ao longo do dia?

Eu entro às 9h. Meu trabalho principal é trabalhar pautas de moda, e pra isso temos diversas ferramentas: temos um showroom grande com diversos produtos LV, a maioria peças de desfile, que emprestamos para as revistas fotografarem editoriais e capas ou para celebridades usarem em eventos. Tenho que pensar que produto tem mais a cara de cada revista e tentar conseguir o maior e mais relevante espaço para cada um. Recebo todos os dias stylists, ocasionalmente acompanho fitting de celebridades e vou a shootings de matérias grandes que fazemos. Também organizo shootings internacionais com nosso escritório de NY e Paris e requests para vestirmos celebridades (na Vuitton sempre aprovamos com Paris essa parte). Temos também um enorme material de divulgação com histórias da marca, e junto com o resto do nosso time planejo onde e como trabalharemos cada uma delas. Estou todos os dias em contato com jornalistas, sempre procuro manter um ótimo relacionamento com cada um e ser muito solícita para a receptividade do nosso material ser a melhor possível.

Meu horário vai até às 18h, mas normalmente fico mais. Não é uma regra, mas procuro sempre ir embora depois da minha chefe. Ela pode precisar de alguma informação ou ajuda e gosto de estar sempre disponível. E também, no caso de PR, não existe um limite ou um “acabei tudo que tenho pra fazer” – sempre posso fazer mais.

Naiara Wagner, PR da Louis Vuitton_2

Na Plaza Libertad De Prensa

E como é que foi o processo pra ser efetivada? Porque eu sei que não foi fácil…

Foi muito difícil! Do ponto de vista prático foi quase impossível, nenhuma estagiária era efetivada há anos, minha vaga não existia… E do ponto de vista emocional foi ainda mais. Os últimos meses foram uma super angústia, porque realmente não fazia ideia do veredicto. No dia em que recebi a notícia positiva desci no prédio com uma amiga da LV e ficamos gritando e chorando, foi super emocionante. Quis muito isso e dei tudo de mim.  

Acho que o grande motivo de eu ter sido efetivada é simples, apesar de de complexa execução: se esforçar e entregar resultados. Eu me trabalhei MUITO pra que tivéssemos bons resultados sempre e principalmente para estar apta a tocar todas as etapas de uma pauta grande (planejar, cuidar da logística, lidar com pepinos e imprevistos), de maneira que no início do mês eu pudesse entregar um resultado super legal, sem trazer preocupações pequenas para ninguém. E, como disse, naturalmente fui evoluindo e tendo melhores ideias. Acredito que um dos segredos do bom desempenho em PR é não desistir nem do que é bem pequeno – são tantos assuntos e materiais rodando entre revistas e assessores que muito se perde na correria. Na Louis Vuitton, não!

Mas em suma tem que levar muito a sério e não deixar a energia e a dedicação cairem quando o que você está fazendo não funciona ou quando você erra de novo aquilo que já errou um milhão de vezes… E ter um feeling para entender o que esperam de você a cada momento e se esforçar pra entregar.

O que você mais gosta e o que não é tão legal do seu job? Porque de fora pode parecer que é só glamour.

Ah, talvez pra muitas pessoas essa parte de acompanhar shootings de revistas de moda super importantes, conhecer stylists e celebridades seja a parte mais glamurosa, mas apesar de eu gostar disso tudo não é minha maior paixão. Pra mim o mais legal é quando estamos todos no escritório planejando o que vamos fazer nos próximos meses e como vamos executar – eu aprendo muito, sinto que estou realmente crescendo e evoluindo como profissional nesses momentos. É uma aula de estratégia, principalmente porque admiro muito minha chefe e amo quando nos reunidos pra ela contar as ideias dela ou dar guidelines pra algo que estou tocando.

O que é menos legal é a parte da organização do showroom – é um infinito de bolsas, sapatos, roupas e etc que tenho que catalogar e sempre manter em ordem. Mas tenho carinho pelos produtos, então fica leve. Na verdade, nesses 2 anos qualquer coisa que não tenha gostado de fazer entrou pro pacote de trabalhar na LV que eu amo – acho que essa é a melhor maneira de executar funções não tão legais de maneira feliz.

Pra quem tem vontade de trabalhar dentro de uma marca do mercado de luxo, o que você teria de conselho?

Depende muito da área que a pessoa quer trabalhar, mas se for relações públicas diria pra estagiar primeiro e refletir se gosta mesmo disso. Aqui no Brasil não é um mercado muito grande, é competitivo e é um trabalho muito específico.

Talvez um conselho bom seria dizer pra pessoa não se enganar: ao meu ver todos que são bem sucedidos nesse mercado são muito competentes e se esforçaram muito pra chegar onde estão. Beleza e dinheiro talvez ajudem em outros segmentos da moda, mas para chegar longe em PR tem que ser de fato muito competente, estratégico, conhecedor da marca que se trabalha. É o que eu busco ser e melhorar sempre!

 

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Estudo de caso: o release da Luiza Dias 111

No último post falamos sobre como fazer um press release em 8 dicas nem-tão-sucintas, certo? Certo. Mas mesmo se você conseguiu compreender tu-do, tenho certeza que quando chegar a hora de redigir o seu não vai ser assim tão fácil. Então resolvi trazer um exemplo real, gentilmente liberado pelas meninas da Agência Grão (alô, Fê!), que me surpreendeu positivamente nessa última semana. É o release institucional da Luiza Dias 111.

luiza-dias-press-release

Campanha da última coleção da Luiza Dias 111, fotografada por Marcio Simnch. Linda, né?

Parênteses: release institucional é também conhecido como um texto básico de apresentação da marca. Ou seja, é para ser atemporal. Já era ótimo o fato de que elas tinham esse material (o que nem sempre acontece), mas achei super didático para explicar o que eu disse antes. Abaixo, segue o texto na íntegra e com meus comentários.

Estudo de caso: o press release da Luiza Dias pela Agência Grão

Com coleções em edição limitada, marca de acessórios da designer Luiza Dias traz à tona nova sofisticação em peças que unem o metal a materiais rústicos e naturais (*Essa é a linha fina, que eu acho sempre simpático ter. Lembrando que o papel dela é resumir em poucas palavras o que você vai ler – no caso, quem é o seu cliente e o diferencial dele.)

A harmonia de matérias-primas é o ponto de partida da criação dos acessórios que levam a assinatura Luiza Dias 111. Criada pela jovem designer Luiza Dias em 2012 (*Amamos datas e números!), a marca explora a beleza das pedras e do metal em composição com outros materiais especiais como madrepérola, madeira, couro e corda (*Não bastaria falar materiais especiais. Quais são eles?), em peças executadas manualmente e produzidas em edição limitada (*Mais detalhes importantes e que não são genéricos), mas sempre a alcance de um clique pelo e-commerce (o principal ponto de venda da label).

A força das pedras e a beleza rústicas dos elementos naturais dão a tônica à sofisticada concepção de colares, gargantilhas, braceletes e anéis. O resultado é um conjunto de acessórios originais que exalam singularidade. Não é por acaso, que a terminologia 111 que dá nome à etiqueta remete a Vênus na numerologia, o planeta que rege a arte, harmonia, estética e beleza. Luiza também empresta referências de grandes nomes da arte moderna como Marcel Duchamp e Alexander Calder, dois de seus artistas prediletos, e do vanguardismo do design escandinavo. (*Adoro esse trecho, ela de novo dá nome aos bois em vez de algo como “é inspirada por artistas modernos e vanguardistas”). Com essa mistura, desponta com um dos nomes mais promissores entre as novas labels nacionais.

Com olhar autoral e mais de dez coleções criadas (*Números!), a Luiza Dias 111 vive um momento expansão e amadurecimento: surge cada vez mais inovadora, sintonizada com um público exigente que busca criações únicas e originais somadas à custo-benefício. Mais do que uma clientela cativa, a marca construiu um séquito de fãs que fazem questão de acompanhar de perto as novidades do e-commerce e Instagram (@luizadias111_). (*Uma informação fofa em meio de outras mais diretas. Mas não é repetitivo nem arrogante).

Os lançamentos da marca são trimestrais. Se misturam a peças cativas do mix como o Colar Mobile e a Gargantilha Arco, dois clássicos da etiqueta de Luiza. A marca também está à venda em lojas selecionadas como A Chapéu, Cartel 011, Egrey e Joulik. (*Essencial falar onde a marca está disponível).

Natural de Piracicaba, interior de São Paulo, Luiza é formada em Moda pela Faculdade Santa Marcelina, e especializou seu repertório quando viveu em Nova York e passou pelas salas de duas das mais reputadas escolas de moda e arte do mundo FIT e Parsons. A veia criativa corre na família. O pai tem o trabalho com madeira como hobby, o irmão Gustavo Dias desponta com um dos grandes talentos da nova geração de design de mobiliário com a Woo Design. (*Perfeito! Ao final, ela falou um pouquinho sobre a própria designer. Acho que um release institucional tem que focar na marca e não na pessoa, mesmo quando é o mesmo nome. A marca tem que transcender o seu criador, se não parece que ela é só aquilo).

O próximo passo de Luiza é se aventurar em uma coleção de acessórios para casa. (*Nós, jornalistas, sempre queremos saber do que vem pela frente!). Com lançamento marcado para a segunda quinzena de setembro, a linha Home propõe pêndulos, móbiles e “colares de parede” pensados para incrementar e adornar o espaço com a mesma beleza e bossa que Luiza imprime nas coleções de acessórios. Promete acertar em cheio.

LUIZA DIAS 111

@luizadias111_

www.luizadias111.com.br (*No final, acho simpático ter as infos resumidinhas. Site, instagram, telefone/endereço…)

Para encerrar, vamos fazer um checklist?

* Uma página: ✓

* Sem erros enormes de gramática: ✓

* Texto simples, sem muita pompa: ✓

* Mas também interessante de der: ✓

* Traz todas as informações que eu vou precisar pra fazer meu texto: ✓

Não é nada de outro mundo, né? Acho que com a prática, tudo isso acaba se tornando natural, até porque acho que a maior parte dessas dicas é super instintiva. O que acharam desse release? Amaram tanto quanto eu?

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Como fazer um (bom) press release de moda

Quem trabalha na área de comunicação – seja como assessora de imprensa ou jornalista – sabe que emplacar uma pauta não é um trabalho fácil. E, no final das contas, depende de muito mais do que apenas um press release bem escrito. Mas é meio caminho andado! Quando trabalhava com marketing, tinha muitas dúvidas sobre qual era a melhor forma de abordar a imprensa. Eu tinha um feedback muito pequeno! Até que fui para o outro lado da força e entrei para a redação da L’Officiel.

Com isso, eu fui percebendo o que fazia uma sugestão ser aceita ou não, o que me levava a prestar mais ou menos atenção num e-mail. E, claro, resolvi compartilhar aqui algumas das minhas percepções. Mas lembrando que elas são também apenas isso. No fundo são as minhas opiniões, e tenho certeza de que cada profissional tem a sua forma e trabalhar.
como fazer press release Mas vamos ao que interessa. Quando uso o termo press release, estou falando especificamente daquele que também é conhecido como documento do word que vai anexo nos e-mails. O que já nos leva ao primeiro tópico:

* Direcionamento, sempre

Diria que 90% do sucesso para emplacar uma pauta vem de uma boa pesquisa de campo do veículo em questão. Vou usar a revista como exemplo (já que também é uma das mídias mais concorridas), mas vale para qualquer lugar na verdade. Na L’Officiel, todo mês eu assino mais ou menos as mesmas seções. Ou seja, se acompanhar direitinho dá pra extrapolar o que pode ou não rolar no mês seguinte. O meu sonho de consumo é aquele e-mail que já vem explicado para qual página é aquela sugestão, e claro com algo que realmente faça sentido pra mim.

* A fórmula ideal

Um campo de assunto bem escrito. Ex: SEÇÃO X – lançamento para abril marca Y. Um corpo de e-mail com o nome da pessoa que você quer falar (nada contra e-mails gerais, mas a gente sabe quando é automático e quando foi digitado manualmente!), com as informações básicas do que você quer sugerir como pauta, para qual edição, qual seção. O release (num documento do word mesmo) vem anexo, assim como as fotos em baixa (mas a gente fala mais delas lá embaixo).

* Uma página, por favor

Já comprovei entre as minhas colegas de profissão. Release bom é release de uma página – e só! E não vou nem dizer que existem exceções porque aí todo mundo vai achar que está nessa categoria. De verdade, como repórter (nem editora eu sou!) chego a receber perto de 200 e-mails por dia. É pouco tempo pra muita informação. Sem contar que, em 99% das vezes, dá pra passar a mesma informação com muito menos caracteres. O que nos leva ao próximo ponto…

* Menos flores, também

Vamos lembrar também que a função do release é fornecer todas as informações que o jornalista vai perguntar sobre o seu produto. E não redigir um conto literário. Ou seja: na dúvida, opte apenas pelo essencial. De verdade, o nível de criatividade do seu texto influencia muito pouco na nossa decisão. Tem muitos outros critérios por trás, desde relacionamento com o jornalista em questão até a sua peça ser do formato certinho que estava faltando num layout já desenhado. E se a gente quiser informações diferentes, vamos atrás. Afinal, é pra isso que somos pagos.

como fazer press release * Cheque mil vezes a gramática

Deveria ser básico, mas um texto sem errinhos de português hoje em dia é diferencial. Claro que todo mundo está sujeito à deslizes, inclusive eu que não sou a rainha defensora do Aurélio. Mais (!!!) vamos combinar de prestar mas (!!!) atenção? Vamos!

* Ah, as fotos…

Dá para fazer um post só sobre o assunto. Num mundo ideal, eu escolheria o seguinte formato numa divulgação: fotos anexas em baixa e link do wetransfer com as mesmas fotos (e mais opções, se for o caso) em alta. Não espere a jornalista pedir, até porque já aconteceu várias vezes comigo de dar preferência à marcas que já tinham enviado em alta pela praticidade. De novo, vamos facilitar o trabalho do coleguinha!

* E atenção às legendas (!!!)

Fiz um tópico só para esse problema de tanto que ele é importante. Gente, por favor vamos lembrar de colocar legenda em TODAS as fotos! Pasta de download de jornalista é buraco negro. Tem tanta, mas tanta coisa que é virtualmente impossível lembrar de qual marca é cada uma daquelas fotos. Então colocar sempre, nessa ordem: nome da marca + descrição da peça (ex: vestido de couro com detalhes bordados) + preço (ou preço sob consulta, se a marca não quiser divulgar).

* O peso do tal relacionamento

Quando eu falo que relacionamento é importante, é porque depois de completar um ano de L’Officiel já tenho as minhas assessoras favoritas. Mas, por mais contraditório que pareça, é exatamente o contrário de favoritismo. Entrei como estagiária na revista sem absolutamente nenhum contato na área, e também fui construindo a minha agenda de contatos. Tiveram profissionais que me ajudaram, e outras nem tanto, simples assim. Ou seja, todas as minhas assessoras “favoritas” cultivaram esse relacionamento comigo. Vai de cada um ter esse feeling, ser proativa e não atrapalhar o trabalho da pessoa do outro lado do computador.

Ufa! Ficou alguma coisa de fora? Pode perguntar nos comentários!

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