Jornalista de moda, sim!

Como comentei há alguns posts atrás, a ideia é que a última sexta-feira do mês seja reservada para posts mais pessoais, para compartilhar a minha (pouca, pouquíssima) experiência. Ainda estou no terceiro ano de jornalismo, e embora já tenha passado por mais estágios do que eu deveria neste ponto da vida e feito várias coisas diferentes, ainda estou só começando (ou assim espero) a trilhar minha carreira.

jornalista-de-moda_costanza-who Hoje eu queria compartilhar como decidi que queria ser jornalista de moda. Ainda durante o ensino médio, criei um blog de moda que se chamava “So NOT last season” – e não lembro exatamente por qual motivo acabei conhecendo a Alessandra Garattoni. Nunca descobri muito bem porque, mas ela gostou do que eu escrevia ali (!) e acabou me chamando para o lançamento do seu primeiro livro aqui em São Paulo. E foi aí que eu percebi que talvez tivesse algum talento para a coisa e que gostaria de trabalhar com jornalismo de moda. Aliás Ale, se um dia você chegar a ler este post, ficam aqui meus agradecimentos por me fazer acreditar que eu tinha o que era necessário para seguir nessa área.

FACULDADE DE JORNALISMO OU FACULDADE DE MODA?

Chegou a hora de prestar o vestibular e eu tive que escolher um curso. A resposta eu já contei – acabei optando pelo jornalismo. Por que? Bom, porque eu fiquei tão assustada com não saber ao menos pregar um botão que achei melhor ficar com aquilo que eu já dominava – a escrita. E eu não me arrependo. Acho que a faculdade de jornalismo me ajudou a corrigir muitas coisas no meu texto e a conhecer outras formas de jornalismo que eu nem sabia que existia. Um aviso: pelo menos na Cásper Líbero, a maioria das matérias é bem teórica, e as listas de leituras são intermináveis. Mas para conseguir escrever um texto mais aprofundado sobre moda, hoje eu preciso consultar milhões de livros (meus melhores amigos nessas horas) e várias fontes pra não escrever besteira sobre pontos mais técnicos. Acho que por enquanto consegui me virar bem, mas já no ano que vem devo engatar num curso que me ajude a entender um pouco mais sobre tecidos, por exemplo, um assunto que me confunde bastante!

Eu li um conselho no antigo blog da Maria Prata que carrego comigo até hoje: escolha o curso de acordo com a sua dificuldade, e não o contrário. Explico: se você já escreve bem, mas não conhece muito da parte técnica da moda, faça uma faculdade de moda; agora se você tem facilidade com esse universo mas não tem segurança para assinar um texto, vá para uma faculdade de jornalismo. A verdade é que não existe uma resposta absoluta – a melhor forma de se tornar um profissional completo é ir preenchendo as lacunas do seu conhecimento. E não necessariamente você precise de uma faculdade de quatro anos para fazer isso, já que cursos mais curtos muitas vezes dão conta.

JORNALISMO DE MODA É FÚTIL?

Para muitos, o título pode parecer meio sem noção, mas nos meus primeiros meses de faculdade foi uma pergunta que ficou bastante na minha cabeça. Obviamente, se você cursa moda, ninguém ali vai te dizer uma loucura dessas, mas eu ouvi muito isso durante a minha faculdade de jornalismo. Principalmente, pasmem, de professores, quando ia pedir opiniões sobre temas que queria abordar em trabalhos. E cheguei até a cogitar outra área por causa disso! Mas hoje, quando ouço alguém julgar a indústria da moda desta forma, quase me dá vontade de rir. A indústria da moda é responsável por 4,1% do PIB nacional e por mais de 2 milhões de empregos por todo o Brasil. Onde está a futilidade do mundo da moda eu ainda não sei.

JORNALISTA, E NÃO ESTUDANTE DE JORNALISMO

Vou aproveitar o post para divagar sobre outra questão que acho pertinente. Alguns amigos acham engraçado que eu já me intitule jornalista e não estudante de jornalismo (obviamente porque ainda não estou formada). Mas foi um professor que chamou a minha atenção para o assunto: se você encara aquilo que está fazendo com a seriedade de um profissional e está comprometida com aquilo que você escreve suficientemente para assinar embaixo, então não tem porque continuar se apresentando como um estudante. A partir do terceiro ano, depois de já ter algumas experiências profissionais, passei a me apresentar desta forma – e acho que até eu mesma acabei tendo mais confiança no meu taco. Hoje, quando vou atrás de uma entrevista, não faço mais isso como se estivesse pedindo um favor – e curse você o que cursar, também não deve encarar as coisas dessa maneira. Humildade é sempre bom, mas acho que quando a gente faz um trabalho sério, é preciso reconhecê-lo desta forma.

Update: resolvi falar um pouco mais sobre o jornalismo de moda e responder algumas das dúvidas mais frequentes, vem ver!

 

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28 comentários em Jornalista de moda, sim!

  1. Matheus Leite comentou:

    Que matéria incrível! Reforçou mais o que sempre sonhei: trabalhar com moda. Sei que a carreira não é somente feita glamour, tem seus obstáculos. No entanto, é o que escolhi pra mim. E não existe nada mais gratificante do que trabalhar com que amamos. Muito Obrigado por abrir meus horizontes!

  2. Lucas Andreozzi comentou:

    Olá, boa tarde!

    Vivo o mesmo dilema que você, já tendo feito o primeiro ano de Jornalismo e trocado posteriormente para o curso de Design de Moda. Estou ingressando no meu último ano de Moda, agora já partindo para um TCC sobre jornalismo de Moda, o qual tem -se mostrado com muitas dificuldades e ainda, preciso de aprimoramentos e experiências profissionais na área. No entanto, acredito que tanto eu por uma via e você por outra, tenho certeza de que ambas as formas, serão esclarecedoras e fonte para chegarmos aos nossos grandes objetivos profissionais.

    Te desejo sorte e quando quiser um contato, deixei meu e-mail!

    Grande Abraço e boa sorte!

  3. Isabela Carolino comentou:

    Esse post me ajudou muito, sério. Estou com uma dúvida eterna sobre jornalismo e moda, porque quero trabalhar em revistas e tudo o mais. Bom. depois de ler um pouquinho por aqui, acho que a responda é: Vou fazer Jornalismo, e depois vou fazendo alguns cursos voltado a área de moda, para ficar mais informada. Amei o post !!

    • Marina Espindola comentou:

      Oi Isabela, tudo bom?

      Fico feliz que tenha ajudado, porque eu passei pela mesma coisa! Acabei cursando jornalismo e não me arrependo – mas a minha ideia agora é mesmo completar minha formação com cursos sobre moda! Bjs

  4. Larissa comentou:

    Com todo respeito, mas estudante de jornalismo não é jornalista, isso é desqualificar o profissional. Nada contra o estudante, afinal, para ser um profissional é importante passar pela faculdade, mas é esse tipo de postura que desqualifica o diploma e sua importância. Com médicos e advogados isso não acontece: dá muita confusão quando um estudante de medicina ou um estudante de direito já se apresenta como médico ou advogado… já parou para pensar nisso?

    • Marina Espindola comentou:

      Oi Larissa, tudo bom?
      Fico feliz que você levantou a questão, de verdade! Pra mim a grande diferença é que advocacia ou medicina possuem a obrigação do diploma para exercício de profissão, e isso não acontece com o jornalista. Existe muita gente que fez outros cursos (ou até nunca se formou) que exerce muito bem a profissão, e outros formados em jornalismo que não fazem isso tão bem assim. Eu penso que não é o curso que te transforma em jornalista, e sim a sua posição diante da profissão. Até citei no texto: “se você encara aquilo que está fazendo com a seriedade de um profissional e está comprometida com aquilo que você escreve suficientemente para assinar embaixo, então não tem porque continuar se apresentando como um estudante”. Nunca sugeri que você engane ninguém dizendo que é FORMADA em jornalismo quando na verdade não é, e sim que se apresente como jornalista quando está fazendo um trabalho sério de apuração. Até porque como estagiários de jornalismo, meus colegas de curso trabalham como qualquer outro repórter nas redações, e muitos já foram efetivados mesmo ainda cursando a faculdade.
      Será que deu pra entender melhor a minha posição? Nunca quis desfavorecer a profissão de jornalista – pelo contrário. Eu só acho que a gente tem que reconhecer as pessoas como jornalistas mais pelo mérito e menos pelo que diz no CV.
      Um beijo <3

  5. Gerusa Florencio comentou:

    Olá Marina, tudo bem?

    Também sou estudante de jornalismo e estou desenvolvendo o projeto do meu TCC e sim, quero ser jornalista de moda, desde o início da faculdade, sempre quis isso, pois eu amo. Eu quero justamente mostrar o que você colocou muito bem aqui, que a moda é útil e não fútil como infelizmente a maioria pensa. Moro em Santa Catarina e estou pensando em fazer um documentário mostrando como a moda é importante para a indústria, geração de emprego e renda, citando marcas que nasceram aqui como por exemplo Colcci, Lez a Lez e Raphaella Booz. Meu intuito é mostrar dados que comprovem como o mercado da produção de moda em SC é importante, o que está beeeeem longe de ser fútil né? Mas eu estou meio perdida ainda e sinceramente perdendo o sono por isso, que livros você me indica para fundamentar isso ou que gancho eu poderia usar para mostrar como a moda não é fútil e sim, muito útil? Se puderes me ajudar, fico demais de agradecida! Obrigadaaa 😉

    • Marina Espindola comentou:

      Oi Gerusa, tudo bom e você?

      Que bacana o seu interesse pela área. Fico muito feliz que você pensou em vir falar comigo sobre o assunto. Acho a ideia do documentário incrível. Nunca estive em Santa Catarina, mas vejo como uma ótima chance de mostrar o que existe por aí – já fiquei empolgada pra ver o resultado. Sobre o gancho, eu acho que a sua ideia já é bem sólida sim, imagino que visitar fábricas de marcas como as que você indicou seria super interessante, mostrar como é o processo lá dentro… Quantas pessoas eles empregam, todo o trabalho que gera… Você já viu a iniciativa do SPFW “Amo Moda Amo Brasil”? Dá uma pesquisada, mas eles publicaram uma série de vídeos num formato muito interessante, desmistificando várias indústrias da moda.

      Será que consegui ajudar?!

      Beijos 🙂

  6. Joyce Beatriz comentou:

    Olá, Marina!
    Tenho 17 anos,e vou prestar vestibular ano que vem já. Amo moda desde de pequena,mas também sou muito comunicativa. Na verdade gosto de aparecer rs. Sempre ajudo minhas amigas,primas,tias,minha mãe, e até pessoas na rua,em lojas com suas escolhas quando se trata de roupa,sandália,enfim,moda. Gostaria de exercer uma profissão que eu pudesse falar sobre isso,dar dicas para as pessoas,deixa-las atenadas nas novas tendencias,e ajudar em suas escolhas. Mas estou confusa em qual curso fazer. Não sei se faço jornalismo ou moda. Sou de Maceió, Alagoas, e mesmo sabendo que terei muita dificuldade nessa área no local que eu moro,mas a única coisa que sei fazer,e falar é sobre moda! Gostaria muito se você me aconselhasse,qual curso fazer?! Obgd pela atenção, Bjos!!!!!

  7. Larissa comentou:

    Ei Marina,tudo bom? Eu estava super perdida até pouco tempo atrás em relação ao que cursar na faculdade. Sempre amei animais e queria muito fazer veterinária mas tenho medo do estômago não aguentar sabe? Hahaha. Minha segunda opção era moda ou jornalismo então quando vi que dava para trabalhar com os dois animei demais!! Adorei o post,parabéns e muito sucesso no job! Beijoo

  8. Erika Bomfin comentou:

    Recentemente criei um blog, a fim de tentar melhorar minha escrita e ter a certeza absoluta de que quero seguir na área de Jornalismo, adorei o seu post, muito mesmo! Parabéns e sucesso

  9. Matheus Pinheiro comentou:

    Olá, Marina. Primeiramente, boa tarde!

    Estive pesquisando em diversos sites sobre Jornalista de Moda e talvez não por coincidência acabei achando seu post falando exatamente o que quero pra mim. Me identifiquei com você de uma maneira grandiosa. Mas então, quero cursar Jornalismo e quero muito trabalhar em revista de moda. Primeiramente, quais passos devo tomar para conseguir uma formação para esta área? Depois que eu fizer a faculdade de Jornalismo, qual seria a próxima etapa? Teria que fazer uma faculdade de Moda ou talvez um cursinho técnico?

    Desde já, obrigado pela atenção.
    Beijos e abraços!

    • Marina Espindola comentou:

      Oi Matheus, tudo bom?

      Acho que o principal para se ter em mente é que não existe um caminho certo ou único para seguir. A começar que tem muita gente na área que tem outras formações que não o Jornalismo. Em termos de formação, um curso superior é essencial e eu pessoalmente acho o Jornalismo uma boa opção. No meu caso muito específico, depois de me formar em Jornalismo resolvi seguir uma segunda formação, em Design de Moda. Mas isso foi porque eu praticamente não consegui trabalhar com jornalismo de moda durante a primeira faculdade e sentia essa lacuna. Um curso técnico depois seria mais do que suficiente, mas foi uma escolha que eu fiz, sabe? Ou cursos curtinhos, que servem também para ampliar o seu networking.

      Só você vai poder olhar e saber o que é melhor pra você. O mercado editorial é sempre muito concorrido, mas hoje não tem área que não seja.

      Espero que tenha ajudado!

      Um beijo,
      Marina

  10. Pingback: FAQ: sobre o jornalismo de moda – Costanza Who

  11. Bruna Cabett comentou:

    Oi Mariana!
    Primeiramente, parabéns pelo blog incrível. E segundo, obrigada por ter esclarecido uma dúvida que vem me atormentando desde que comecei o Jornalismo, que não vem ao caso.

    Queria saber se você, desde que ingressou no curso, aderiu uma biblioteca voltada para o Jornalismo de Moda, se sim, pode indicar os 10 melhores?!

    Um beijo e, adoro seu trabalho e o blog! ^^

  12. Ingrid comentou:

    Encontrei esse texto em uma busca no Google e foi um “achado” incrível.
    Eu tenho 19 anos e curso Jornalismo, amo a informação, gosto de variados assuntos, mas tenho um caso de amor com a moda. Desde que perdi os meus preconceitos e mudei o meu olhar passei a entendê-la como manifestação de informação cultura e me apaixonei.
    A partir daí me agucei por bons livros e filmes, pesquisei historias de grandes estilistas e aos poucos estou perecendo que é isso quero pra mim. Além de ficar fascinada eu aprendo muitas coisas, mas assim como você tenho o bloqueio de cair na futilidade, outra coisa que me deixa receosa é a minha família. Esse receio é bobo, mas me deixa co um pé atrás, minha família acha que só porque faço Jornalismo serei a nova Fátima Bernardes e não é bem isso que quero, na verdade não quero nada disso, rsrs!
    O fator principal que me desanima é que eu gosto da moda, mas eu não sou interada nas tendências e comportamentos no meu âmbito pessoal, não sou uma I-Girl,rsrs gosto de me vestir bem, mas antes da tendência prefiro minha personalidade e sei que isso que é o bacana, mas tenho medo disso impactar em uma entrevista de emprego, criar uma barreira com o mercado de trabalho. O que você acha?
    Desculpa fazer deste comentário um desabafo, mas vi nesse texto um válvula dom que eu já estava pensando.

    • Marina Espindola comentou:

      Para quem está por fora, a moda acaba parecendo uma coisa super fútil, não é mesmo? Nem todo mundo entende. Quanto a não ser hiper ligada em tendências e não ter essa vocação para it-girl, eu te adianto: nem eu. Isso não influencia em nada o seu potencial.
      Mas é claro a aparência influencia sim no dia-a-dia da profissão, mas tanto quanto qualquer outra eu diria. O que não significa usar coisas que não tem a ver com você, e sim manter uma imagem profissional/bem-cuidada.
      Será que ajudei? Não desiste da moda não, rs.
      Um beijo, M.

  13. Amanda Hillerman comentou:

    Cá estou eu comentando em um artigo de 2013! Mas… Bom tenho 24 anos e estou me formando em arquitetura e olhando pela janela imaginando como teriam sido as coisas hahahaha Sempre me interessei por moda, leitura e escrita. Mas o que a gente sabe aos 16 anos não é mesmo? Não soube ler os sinais e escolher a minha faculdade pois não era daquelas que “nasce” sabendo. Poucas são…
    Hoje olho para mim e penso, não nasci para a arquitetura, deveria ter feito jornalismo e, principalmente, deveria trabalhar com jornalismo de moda…
    Enfim… Nunca é tarde não é mesmo??
    Beijos!!

    • Marina Espindola comentou:

      Nunca é tarde mesmo pra fazer o que a gente ama, Amanda. Especialmente jornalismo, que não exige uma formação específica e direcionada, como arquitetura. Escrever é treino, técnica e repertório, e a sua formação em arquitetura com certeza pode virar um plus dependendo da área que você pensar em seguir, já viu por esse lado? Boa sorte!
      Um beijo,

  14. Mariana comentou:

    olá Marina,
    Lendo seu post fiquei com uma ponta de esperança, ou melhor, todo o túnel escuro da minha cabeça se iluminou.Gostaria muito de pedir uma orientação sua,pretendo fazer um curso técnico em moda e faculdade de jornalismo,ambos são cursos que eu amaria trabalhar.Mas não sei como começar, deveria fazer um blog?Na minha cabeça, ainda não passa claramente como seria a estrutura do blog e como trabalhar sobre a crítica.Como é trabalhar com jornalismo de moda?Espero que seja sempre realizada no seu trabalho e obrigado por abrir esta questão ou melhor,afirmação.

    Agradecida.

    observação:Lindo Blog e o nome ,incrível !!

  15. Talita comentou:

    Olá Marina, tudo bem?
    Eu simplesmente estou amando seu blog.
    Queria ir dormir, mas não consigo parar de ler.
    Esse post em especial mexeu muito comigo pois eu estou vivendo esse dilema do jornalismo de moda.
    Já me formei em jornalismo e por fora fiz alguns cursos livres sobre moda para tentar entrar nesta àrea, mas como é difícil!
    Agora não sei se sigo tentando entrar em uma redação ou assessoria de moda, ou se largo isso pra lá e viro sei lá o quê.
    Mas de todo modo, realmente amei o blog e o conteúdo!
    Abraços e sucesso pra você!

    • Marina Espindola comentou:

      Oi Talita!
      Acho que nesse primeiro momento, o mais importante é ganhar experiência – e acho super válido uma assessoria. Você vai criando um conhecimento de como esse mercado funciona. Tem muita gente que vê como um job “inferior”, mas eu pessoalmente não acho não. Aprendi muito como assessora. E obrigada pelo carinho.

  16. Pingback: Combo perfeito: jornalismo + moda | Azul Cereja

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  18. Samira Abdouni comentou:

    Adorei! Eu estava em dúvida em qual curso escolher. Moda ou jornalismo. Isso porque eu amo moda tanto na parte de criação quando na parte de gestão, publicidade etc.
    Desde meus 13 anos de idade tinha blog de moda, na qual abrangia muitos tópicos interessantes, e muitas vezes entrava em conflito pensando se era aquilo mesmo o que eu queria, pois a parte de criação sempre me chamou a atenção também, então entrei em cursos de corte e costura e modelagem, assim comecei a fazer minhas próprias roupas. Hoje eu vejo que meu caminho não é mais o que eu achava que iria ser (estilista, designer, coisa do tipo), pois eu amo escrever. E ano que vem entro na faculdade, e com certeza seu Post abriu minha visao sobre o que eu quero. Eu amo escrever, e eu conheço muito sobre a parte de criação, mas no fundo não é essa a carreira que eu quero seguir. E sim o jornalismo de moda. E fico feliz com a sua posição sobre o curso. E realmente, isso me fez sentir mas leve. Beijos e boa sorte na caminhada.

  19. Henry Marquezine comentou:

    olá eu li seu post , eu adorei me ajudou muito … Sempre fui carismático e Comunicativo e sempre tive uma vontade de trabalhar com moda mas atuando como Jornalista de Moda. Estou com 19 anos , cheio de sonhos e projetos que quero concluir futuramente tenho 3 duvidas que são:

    Se eu iniciar um curso técnico de moda antes da faculdade de jornalismo séria bom ?
    eu estou estudando muito para aprender a falar o Espanhol , para você saber dominar um idioma é fundamental para um jornalista ?
    Gostaria de saber se faculdade da USP é boa para cursar Jornalismo , mesmo na grade não tendo linguás estrangeiras ?

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