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Aposta: 10 new faces que devem bombar no SPFW

A cada temporada, uma nova leva de modelos novinhas – muitas que acabam de completar 16 anos, idade mínima para participar das semanas de moda do país – é apresentada ao mercado. São as chamadas New Face, que podem ser totalmente novatas, sem nunca ter participado de outras edições, ou já ter alguma experiência. Aqui, selecionamos 10 meninas das três principais agências de modelo que devem ser destaque na edição de inverno 2016 do SPFW. Para ficar de olho!

1. Ida Comandolli (Way Model) / @idacomandolli

Idade: 16 anos

Na última temporada: PatBo e Vitorino Campos

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2. Fernanda Beuker (Ford Models) / @feerwenceslau

Idade: 19 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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3 Ketlin Kruger (Ford Models) / @ketlinkrugerr

Idade: 18 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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4. Vanessa Monn (Mega Models) / @vamonn

Idade: 17 anos

Na última temporada: Animale, Iódice, Lenny Niemeyer, Lolitta, Lilly Sarti, PatBo, Ronaldo Fraga, Sacada, Vitorino Campos e Giuliana Romanno

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5. Marina Kriger (Way Model) / @marina_kriger

Idade: 17 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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6. Laura Pigatto (Way Model) / @laurapigatto

Idade: 17 anos

Na última temporada: Adriana Degreas, Colcci, 2ndFloor, Animale, Apartamento 03, Iódice, GIG Couture, Juliana Jabour e PatBo

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7. Ellen Rosa (Mega Models) / @ellenghr

Idade: 16 anos

Na última temporada: Animale, PatBo, Cavalera, Osklen, Ellus, Juliana Jabour, Isabela Capeto, Reinaldo Lourenço, Lolitta, Salinas, Vitorino Campos, Colcci, Giuliana Romanno, Patricia Viera, Lenny Niemeyer, GIG Couture, Têca por Helô Rocha, Iódice, Samuel Cirnansck, Apartamento 03, Gloria Coelho, Wagner Kallieno e 2nd Floor

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8. Mariana Beltrame (Ford Models) / @mariebeltrame

Idade: 20 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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9. Isabela Denari (Ford Models) / @isabeladenari

Idade: 17 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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10. Bruna Nahum (Mega Models) / @brunanahum

Idade: 17 anos

Na última temporada: nenhum, ela estreia nessa edição

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Quem se arrisca a apostar junto com a gente? Alguma favorita?


Essa matéria faz parte da cobertura da edição de Inverno 2016 do SPFW. Acompanhe tudo por aqui e não perca nenhum post!

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Novos Talentos: CycleLand

A CycleLand é catarinense, jovem e une perfeitamente o estilo dos sócios Rafael Afonso e Naly Cabral. O conceito é claro: oferecer uma moda viável para quem usa a bicicleta como meio de locomoção no dia-a-dia e não quer abrir mão do estilo. Enquanto Rafael, formado em design gráfico, fica com o lado mais racional e prático da marca, Naly cuida da direção criativa e do desenvolvimento das coleções que refletem o estilo de vida cycle chic.

Com a proposta de edição limitada e produção independente, os sócios tem a atenção em acompanhar todos os processos por qual as peças passam para garantir, dessa forma, que todas as peças sigam o conceito principal da marca que, assim como o uso da bicicleta, sejam algo independente, consciente e que tragam o bem estar.

Cycleland_Costanza-Who COSTANZA WHO – Como surgiu a ideia de criar a Cycleland?

Naly Cabral – O conceito nasceu como uma reflexão sobre o lifestyle urbano e a mobilidade. Foi durante o curso de moda na UDESC que identifiquei a possibilidade de aliar a moda ao uso da bicicleta no cotidiano, acreditando que a bicicleta materializa muitos conceitos positivos: independência, a consciência ecológica, o bem estar… Fiquei envolvida com essa relação durante o trabalho de conclusão de curso e essa ideia continuou na minha cabeça mesmo depois de formada.

O passo decisivo para oficializar a Cycleland como marca ocorreu quando determinei que uma de minhas metas fosse trabalhar com moda autoral. A criação sempre foi um de meus maiores prazeres e queria uma oportunidade onde pudesse desenvolver e valorizar essa característica. Atualmente a empresa tem dois anos de mercado e a ideia inicial, de criar peças com estilo para quem usa a bicicleta no dia a dia, evoluiu. Agora a Cycle também atende um publico que quer uma peça bem cuidada, confortável, mas com alguma exclusividade também.


Qual o conceito e o diferencial da marca?

É uma marca jovem que promove a interação entre o estilo de vida contemporâneo e a expressão individual. Endossamos o uso da bicicleta no cotidiano por que acreditamos que ela materializa conceitos fundamentais como a independência, a consciência ecológica e o bem estar. Toda coleção é limitada a poucas unidades, isso permite que o processo de criação e execução seja acompanhado de maneira muito próxima e resulte em peças de design autêntico.

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Campanha da última coleção da Cycleland, a B-MOON

O que levou vocês a seguir para o mundo da moda?

O prazer pela criação e a vontade de entender o comportamento social. Sempre gostei de criar, mesmo quando era criança ficava encantada com a possibilidade de fazer coisas diferentes nas roupas. Eu podia criar meu mundo com liberdade e expressão. Foi esse prazer que me motivou a desenvolver uma marca a partir de algo que eu acreditasse e que pudesse inspirar as pessoas.

Quais são os planos para o futuro da marca?

Para o futuro estamos planejando algo no exterior, ainda são apenas esboços para ampliar nossas vendas no estrangeiro. Trabalhar com moda independente no Brasil não é um trabalho muito fácil, mas eu ainda tenho sorte de ter amigos talentosos no meu caminho. Com certeza o que mais motiva não é apenas o prazer de trabalhar com moda e sim as pessoas maravilhosas que de alguma maneira contribuíram com a Cycle e as parcerias incríveis que fiz nesse tempo. Um exemplo utilizo os tecidos da RenauxView, uma empresa tradicional que preza por qualidade e design, fico lisonjeada quando pessoas e empresas confiam no meu trabalho é uma responsabilidade gratificante.

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Pensada para quem usa a bicicleta como meio de locomoção, a CycleLand hoje atende um público ainda mais amplo.

 

*Por Júlia Ribeiro de Lima, em colaboração ao Costanza Who

 

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Novos talentos: Insecta Shoes

A Insecta Shoes surgiu de uma parceria que uniu o talento para produção de sapatos de Pam Magpal, 25, que trabalhou em vários estados brasileiros aprendendo as técnicas da produção de calçados, e a experiência na área de comunicação de Babi Mattivy, 28, que tem em seu currículo um estágio no models.com. Com bom gosto de sobra e responsabilidade social, as duas gaúchas fundaram uma marca de sapatos ecofriendly e 100% exclusivos.

Os calçados produzidos pela Insecta não usam nenhum tipo de materia de animal, e reaproveitamento é a palavra de ordem. Foi a partir de peças de roupa antigas de Babi, na época dona do brechó online Urban Vintage, que surgiram os primeiros modelos. Chelsea boots, oxfords e cutout oxfords receberam estampas tropicais, capazes de alegrar e diferenciar qualquer look. Insecta Shoes

Como vocês foram parar no mundo da moda?

Pam: Bom, eu definitivamente fui parar sem querer e até hoje me questiono se sou de fato do mundo da moda. A ideia era fazer artes ou biologia, mas a gente entra muito novo na faculdade. Acabei não gostando e resolvi cursar moda por curiosidade e lá descobri minha paixão por materializar as ideias, cortes e ver as cores tomando forma. A faculdade não era muito boa mas os professores foram mestres em abrir minha cabeça para poder explorar mais o assunto.

Babi: Eu me formei em marketing em 2007, sempre gostei muito de comunicação mas me achava muito perdida no mundo corporativo, pra mim tudo aquilo era muito careta. Sempre tive um estilo mais diferente e estive em contato com a moda, pois minha mãe é representante comercial de têxtil. Logo depois que me formei comecei a me interessar mais e mais pelo assunto e resolvi me mudar pra Milão pra cursar uma pós em Comunicação de Moda. Desde então não teve mais volta. Mas minha expertise sempre foi na área de comunicação – não tenho talento pra design. Já trabalhei em revistas, com marketing de conteúdo para marcas e agora gerencio a minha própria.

E a trajetória profissional até criar a Insecta? 

Pam: Terminei a faculdade em 2008 já decidida que eu queria sapatos – fiz o TCC já sobre sapatos ecológicos e aí não parei mais. Morei em Franca, SP, São João Batista, SC, Novo Hamburgo,RS. Acho que montei e desmontei casa umas 6 vezes em um período de 2 anos… Enfim, uma série de desastres, boas histórias, risadas e aprendizado. Tem hora que acho que tinha tudo pra desistir, mas coloquei na cabeça que era aquilo que eu queria e fui fazendo a trajetória do setor calçadista pra aprender melhor as técnicas de modelagem, sobre o mercado. Trabalhei como assistente de estilo de calçados em algumas empresas, experiências que com certeza me deram segurança e know-how pra abrir minha própria marca.

Babi: Em  Milão criei meu primeiro blog de moda e por lá tive a oportunidade de ir a desfiles da fashion week, conhecer profissionais do mercado – inclusive a Anna Dello Russo foi dar uma palestra no nosso curso uma vez. Foi bem bacana como experiência. Esse blog me abriu várias portas e fui estagiar em NY, no site models.com. Depois disso me mudei pra Londres e trabalhei na Amelia’s Magazine e na rádio da Diesel, marca de jeans. Insecta Shoes

Como foi o processo de criação da Insecta? Trabalharam sozinhas ou tiveram outras colaborações? E como surgiu o conceito?

Pam: Foi um teste de parceria a principio, eu com os sapatos e a Babi com as roupas vintages, e de cara deu certo em todas as questões – pessoais, profissionais, visuais… Como as duas trabalhavam sozinhas acho que a gente sentia essa necessidade de ter alguém pra compartilhar, a soma foi super positiva e resolvemos unir as duas marcas e os dois conceitos, tudo misturado. Sim, com colaborações de muitas outra cabecitchas amigas, e aí virou uma terceira coisa que é a Insecta! 

Babi: Eu tinha um brechó online, chamado Urban Vintagers, e a Pam tinha a marca de sapatos dela. Surgiu a ideia de fazermos uma parceria entre as marcas, e eu tinha umas peças de roupas tamanho extra grande, com estampas lindas, que acabei nunca ajustando. Aproveitamos essas peças pra transformar tudo em sapato e a receptividade foi ótima. Nisso eu já estava com mudança marcada pro Canadá (moro em Toronto), e precisaria encontrar alguém pra me ajudar a tocar o business no Brasil. E a Pam manja super de produção, mas precisava de alguém com experiência em comunicação e online pra fazer a ideia voar. Então super nos encontramos e nos completamos, foi bem ótimo. 

Qual o diferencial do trabalho da Insecta? 

Pam: Acho que não é uma busca nossa de precisarmos ser diferentes, e isso ou aquilo vai nos destacar dos demais e afins. Acho que tem espaço pra todo mundo e cada um escreve a sua história e talvez por casualidade exatamente isso nos torne diferentes. Onde tá todo mundo sempre brigando por destaque (isso em qualquer setor), às vezes esquecem que as menores coisas é que vão fazer a diferença, então buscamos ser sinceras e criativas com o que a gente acredita e acredita ser bacana de fazer e compartilhar.

Babi:  A gente tenta fazer tudo com muita responsabilidade social, com muita consciência ambiental, reaproveitando ao máximo toda matéria prima, e sempre com muito penso no design e branding. Nossos sapatos são exclusivos e nossa ideia é única, acho que a união de tudo isso super reflete no nosso produto.

Insecta Shoes

Onde encontrar: Loja virtual / Facebook

*Por Marina Gabai, em colaboração ao Costanza Who

 

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