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Juliana Jabour divide sua trajetória profissional em websérie

A história da Juliana Jabour na moda começou de um jeito nada convencional. “Tenho formação em Ciências Políticas e Economia, que é um universo completamente diferente. Mas a moda está no meu sangue”, dividiu a estilista mineira na estreia da websérie Inventando Moda.

Gostoso poder dar uma espiadinha na vida de personalidades tão importantes no cenário da moda nacional, né? A gente aqui no blog adora, vide que a nossa seção Quem é Quem é recheada de posts assim!  Pois o projeto foi desenvolvido com essa intenção pela TexPrima, que é uma das mais importantes empresas no segmento de tecidos aqui no Brasil.

Juliana Jabour estreia websérie Inventando Moda, produzida pela TexPrima
A estilista mineira Juliana Jabour divide sua história e seu processo criativo em websérie (Foto: Juliana Knobel/FFW)

“A primeira coisa que eu faço é a cartela de cores”, também dividiu Juliana Jabour sobre o seu processo criativo, que é um pouco fora do padrão. “O segundo passo é escolher as matérias-primas com as quais eu vou trabalhar e as estampas. E depois disso eu crio os modelos, as formas, as silhuetas. Tem gente que faz o processo contrário, mas pra mim funciona melhor dessa maneira.” O resto dessa conversa você pode ver no vídeo aqui embaixo – que tem menos de 4 minutos!

Para essa primeira temporada, são quatro episódios. No próximo, uma entrevista com o estilista Luiz Cláudio da Apartamento 03, que será lançado nessa sexta-feira, dia 20 de maio. Nas próximas semanas, outros dois temas super relevantes: tendências (03/06) e como se tornar um estilista (17/06). Ao que tudo indica, a próxima temporada já deve começar a ser produzida esse ano.

Agora já pode falar de business? Achei essa ideia uma forma muito mais atual de trabalhar a comunicação de uma empresa, porque de fato acrescenta algo na vida de quem passa por esse conteúdo e gera muita mídia espontânea. E muito eficaz: eu mesma já me interessei em saber mais sobre a TexPrima!

O que vocês acharam? Deu vontade de assistir?

5 coisas que pessoas bem-sucedidas não fazem

Se tem algo que raramente ouvimos falar, é o que as pessoas bem-sucedidas não fizeram para chegar aonde estão. Acontece que prestar atenção e corrigir os hábitos e comportamentos que podem estar te impedindo de conseguir o seu emprego dos sonhos ou uma promoção não é uma tarefa fácil, mas extremamente necessária se você leva a sua carreira a sério. E o primeiro passo é o autoconhecimento. Por enquanto, vamos conhecer cinco coisas que, a partir de amanhã, você pode riscar da sua agenda (metaforicamente, é claro).

Elas não tem medo de errar e não fazem inimigos. Saiba os hábitos e comportamentos que podem estar te impedindo de conseguir o emprego dos sonhos. Descubra as 5 coisas que pessoas bem-sucedidas não fazem!
Foto: (Leonie Hanne do blog Ohh Couture – ohhcouture.com)

#1 Elas não perdem o objetivo final de vista

Sabe aquela história de perder a batalha mas vencer a guerra? É pra aplicar todo dia na sua profissão. É muito fácil se envolver em dramas entre colegas de trabalho, passar o dia reclamando da tarefa chata, da comida ruim, do chefe que não te dá estrelinha no final do expediente. Mas todo mundo que é bem-sucedido já passou por empregos menos e mais interessantes – e soube aproveitar todas essas oportunidades. É questão de se lembrar por que você está ali e aonde quer chegar.

#2 Elas não cedem aos vícios

Pode ser dormir até as 11h, entrar numa maratona de Netflix em plena semana de trabalho (eu mesma faço os dois!). Aí vai de cada um identificar os seus, mas uma coisa que todas as pessoas bem-sucedidas têm em comum é que elas fazem sacrifícios e escolhem se manter produtivas e focadas mesmo sob tentação. Elas não têm tempo para fofocas ou passar o dia deitadas no sofá.

#3 Elas não fazem inimigos

Não é que elas não tenham nenhum inimigo – é impossível agradar todo mundo. Mas elas não procuram ou incentivam o drama. Elas tentam ver coisas através da perspectivas das outras pessoas e entendem que é necessário fazer concessões. Uma das habilidades mais importantes para chegar no topo é nutrir bons relacionamentos, mesmo as negativas ou mesmo simplesmente terríveis. Lembra quando a Cris Zanetti, do Oficina de estilo, contou pra gente que pra trabalhar com consultoria de estilo tem que gostar de gente? Faz parte.

#4 Elas não têm medo de errar

É unânime: não dá pra atingir o sucesso sem sair da zona de conforto. Ainda mais numa indústria tão concorrida quanto a da moda. Tem vezes que o esforço vai valer a pena, tem outras que não, mas em geral toda história bem-sucedida vem com um histórico de uma ou duas tentativas frustradas (pelo menos!).

#5 Suas vidas não giram em torno do trabalho

Por último, é importante lembrar que a vida não pode girar em torno apenas da sua carreira. O equilíbrio é diferente pra cada um, mas ele evita o temido burnout. A sua profissão não é e não precisa ser o vilão da história!

4 coisas que aprendi na minha (breve) carreira

Demorei um bom tempo pra decidir se devia ou não postar esse texto. O motivo é que, pra mim, é quase cômico me referir à minha carreira, quando eu somo no meu CV alguns meses de estágio e apenas 6 meses como gerente de marketing e assessora de imprensa da Honey Pie. Mas, ao longo do tempo (e muito graças ao Costanza Who?), eu acumulei algumas dicas que, quando passei para uma amiga, ela me sugeriu compartilhar por aqui. Se ajudar ao menos uma pessoa, pra mim já é o suficiente. Vamos lá!

O diabo veste prada

1. Telefone é muito mais eficiente do que e-mail

Como boa representante da minha geração, nasci com pânico de telefone e, honestamente, sou assim até hoje. Mas tive que engolir minha aflição quando, no meu primeiro dia estagiando numa assessoria de imprensa, já me colocaram de cara pra ligar pro Estadão vendendo uma pauta. Embora eu tenha certas reservas a ligar para as pessoas em algumas ocasiões, quando o fator principal é a eficiência, não há dúvida de que resolver por telefone é muito mais rápido. Hoje eu costumo fazer ligações rápidas para resolver meus assuntos, e em seguida (e isso quer dizer até 10 minutos do final da ligação), aprofundo com um e-mail, já que a pessoa pode ler com mais calma e também fica tudo registrado.

2. Uma boa cara de pau faz milagres…

Já perdi a conta de quantos relacionamentos de trabalho eu comecei na base da cara-de pau. Não perdendo o bom-senso, descobri que, no geral, pessoas gostam de ajudar pessoas quando for possível. Lembro até hoje de quando mandei e-mails para todas as revistas que conhecia perguntando sobre vagas de estágio, e recebi a seguinte resposta do editor de uma grande publicação: “Os e-mails na cara de pau são os melhores”, com uma data e horário para uma entrevista. Acabou não dando certo no final, mas a lição continua válida!

3. E educação somada a bom-senso e honestidade também

Como assessora de imprensa, eu preciso falar com muita gente que não conheço, e que além de nunca terem ouvido falar em mim ou na marca que cuido, também têm uma agenda super concorrida. Minha forma de contornar tudo isso? Ser educada, honesta e o mais simpática possível. Se ao telefone, sempre pergunto se a pessoa pode falar naquela hora, e jamais peço um favor no primeiro contato com uma pessoa (afinal, porque ela me atenderia?). Procuro sempre me apresentar antes de mais nada, sem medo de mostrar que ainda sou iniciante no mercado, e me colocar à disposição para o que ela precisar, e não ao contrário. Foi sempre daí que nasceram minhas melhores relações.

* E mais: num e-mail, procuro evitar uma abordagem mega-formal, que dá a impressão de que foi um computador quem escreveu tudo aquilo. Acho que gente falando com gente funciona muito mais.

4. Um trabalho bem-feito te dá (quase) tanto reconhecimento quanto um título importante em uma grande empresa

E essa lição eu aprendi 100% com o blog. Para fazer as matérias do CW, eu conversei com gente muito importante dentro da indústria da moda. Para citar apenas alguns, Valdemar Iódice, Bárbara Resende, Juliana Rakoza e Cristina Zanetti. Não preciso nem dizer que, na maioria das vezes, eu estava super ansiosa e apreensiva com o que elas achariam do meu trabalho. Mas, depois me dedicar ao planejamento pré-entrevista e na redação das matérias em si, eu sempre recebi um feedback muito positivo de todas essas pessoas. A verdade é que, se você fizer o seu trabalho bem feito, seja ele para um blog ou para uma revista de circulação nacional, as pessoas vão se lembrar de você sob um viés positivo.

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