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Como ganhar tempo e organizar sua caixa de e-mail

Adulto gosta mesmo é de caixa de entrada vazia. Brincadeiras à parte, poucas expressões traduzem tão bem o meu sentimento de satisfação ao limpar todas as notificações de e-mails novos. Pra mim tem um efeito catártico – me sinto mais leve, pronta para partir para a próxima tarefa. Sou uma procrastinadora profissional, e desde que tornei manter meus e-mails em dia uma obsessão (é tudo ou nada!), senti uma bela diferença na minha produtividade.

Como organizar sua caixa de email 2

Mas não é tarefa fácil, caso contrário não teria tanta gente desesperada com os e-mails acumulados na casa dos milhares (credo!). Juntei aqui 3 dicas de como colocar a casa em ordem depois que a situação já saiu do controle – e uma delas é a ferramenta que salvou a minha vida, literalmente.

1. Mais do que 6 meses? Delete sem dó

Essa aqui eu fiz valer: uso meu gmail para trabalho e as mensagens não lidas já tinham ultrapassado 1.000. Isso sem contar os que já estavam marcados como lidos, mas ainda ocupavam espaço. Foi então que tomei uma decisão radical: selecionei todos os e-mails de antes de 6 meses atrás e deletei sem dó mesmo! Se você não respondeu ou precisou até agora, provavelmente não vai te fazer falta. Melhor decisão da minha vida, juro.

Como organizar sua caixa de email 2

2. Mas e os recentes, o que fazer com eles agora?

Não dá pra ser sonhador e achar que você vai olhar um por um para filtrá-los. A minha solução foi selecionar os 800 que sobraram e marcar todos como lidos. E, a partir desse momento, fiz questão de não deixar mais acumular nada que não fosse necessário. Deletava o que não não seria lido e resolvia o que fosse necessário o mais rápido possível. Aí, daqui uns 6 meses, deleto de novo os mais antigos e pronto. Super possível, vai?

3. Também recebe e-mails inúteis? Há solução!

Eis que descobri que a minha caixa de entrada enchia muito rápido! Não havia pró-atividade que desse conta – só que a grande maioria eram aquelas newsletters automatizadas. Ou de lojas que eu tinha zero interesse ou até de assinaturas que fiz conscientemente, mas quando ia ver nunca abri. Só que ninguém tem tempo pra se desinscrever de uma por uma, né? Pois é claro que já inventaram um sistema pra isso. Quem usa Outlook (como o hotmail, por exemplo) Gmail, Google Apps, Yahoo! Mail, AOL Mail e iCloud pode (e deve) apostar no Unroll.me. É fácil, de graça e em 10 minutinhos você deixa a sua vida muito mais produtiva. Não vou nem me estender porque ele é tão intuitivo e automático que dispensa introduções.

Vida de jornalista: como impressionar o seu editor

Já fiz tanta confissão aqui no blog que às vezes acho que ele faz esse trabalho melhor do que um terapeuta – até sobre o porquê de odiar tanto fazer as unhas eu já falei! Mas acho que esse tema é um dos mais difíceis até agora, e é porque diz respeito a relacionamentos. Tenho um problema que me atrapalha em quase todas as facetas da minha vida, que é achar que as pessoas ao meu redor não gostam de mim, inclusive no trabalho.

Jornalista Como impressionar seu editor 2

Tenho muita sorte (e sei disso!) de trabalhar entre colegas e chefes incríveis na L’Officiel, que me acolheram de braços abertos quando eu tinha zero experiência em redação e acreditaram em mim desde o primeiro dia. No fundo, racionalmente falando, eu sei que não tem nada de errado. Mas parece sempre tem uma voz (minha, claro) dizendo que eu não estou fazendo o suficiente, que talvez meu texto não tenha ficado tão bom… Esse tipo de drama, sabe? Não é assim algo tão incomum.

Mas vamos voltar ao foco. Com essa loucura interna acontecendo, acabei criando mecanismos para passar a melhor impressão possível para quem trabalha comigo – especialmente meus editores, também conhecidos como chefes. Lembra que a gente falou um pouquinho da hierarquia de cargos numa redação de revista? Pois eu acho que a relação que você, repórter, tem com o seu editor é bem diferente do que acontece em outras áreas de trabalho. Principalmente porque tem muito a ver com estar em sintonia.

Jornalista Como impressionar seu editor 2

Depois desse momento confissão, queria compartilhar três coisas simples mas que acabam fazendo toda a diferença ao construir uma boa relação com o seu editor. Não tem um jeito certo, claro, mas tudo se resume a dedicação. Vamos lá!

Saiba quem está editando seu texto

Vou explicar com um exemplo real: tenho hoje duas editoras que ficam com a maioria das matérias que escrevo. Uma delas escreve majoritariamente sobre cultura e viagens, a outra respira moda há vários e vários anos. Não tem como: são linguagens e histórias de vida diferentes, e entender como cada uma delas enxerga uma mesma pauta me ajudou a atender mais rapidamente às expectativas. Enquanto uma pode dizer “precisa de um contexto maior sobre a história da cidade que acontece essa feira de relógios”, a outra pode achar que “falta uma linguagem mais casual, deixar o texto mais gostoso de ler”. Quem tá certa? As duas, porque no fundo é tudo relativo, e você só tem a ganhar com esse tipo de feedback. O que nos leva ao próximo tópico…

Jornalista Como impressionar seu editor 2

Desapegue e aprenda com as edições

Por favor, vamos parar de achar que alguém mexer no seu texto é uma coisa ruim! Quantas vezes entreguei um texto nem tão contente com o que tinha produzido e, em 5 minutos, minha editora não só resolveu os todos problemas como fez com que o resultado final, como um todo, ficasse impecável. Eles têm mais experiência e você não só pode como DEVE tirar proveito disso. E melhorar pode significar, sim, cortar um parágrafo todo – por que não?! Sempre veja o que mudaram nos seus textos, porque é assim que você vai aprender.

Atenção aos básicos: português

Outro dia, estava ouvindo minhas duas chefinhas conversando sobre uma repórter que SEMPRE cometia os mesmos erros na grafia do nome das pessoas, em problemas básicos de apuração que um google resolveria. Se a sua editora não puder contar com você pra tarefas simples sem ter que checar tudo o que você faz o tempo inteiro, com certeza vai pensar duas vezes na hora de te passar uma pauta mais trabalhos.

Aos colegas jornalistas – quem tem algum outro conselho pra dar?

3 cursos de moda para fazer nas férias de julho em SP

Se tem um assunto que é recorrente aqui no blog é sobre cursos e faculdades. Como a gente fala muito sobre os bastidores da indústria da moda e as diferentes profissões que existem nesse meio, nada mais natural do que surgirem dúvidas sobre qual caminho seguir e como conseguir o seu emprego dos sonhos.

Eu já contei um pouquinho da minha trajetória até chegar na L’Officiel aqui e, antes disso, sobre qual a melhor faculdade pra quem sonha trabalhar com jornalismo de moda. Bom, hoje trouxe três sugestões de cursos livres e curtinhos para quem está de bobeiras nessas férias de julho e quer dar um up no currículo.

3 cursos de moda para fazer nas férias de julho em SP

A verdade é que tem MUITAS opções por aí (mesmo!) e fica bem difícil saber quais valem a pena – até porque a grande maioria demanda um belo investimento. A minha equação pra avaliar é essa aqui: quem é o professor + o programa de cada aula +  facilidades (lugar e horário). Às minhas escolhas!

Jornalismo de Moda, na Faculdade Cásper Líbero

Quando: Aos sábados o dia inteiro, de 16/07 a 30/07

Inve$timento: R$ 500 em até 2 parcelas

Por que: Quem dá o curso é o ótimo Alcino Leite Neto, que foi editor de moda da Folha de S.Paulo e um dos profissionais mais respeitados da área. O importante é que ele domina tanto a prática quanto a teoria. O programa passa rapidamente pela história do jornalismo de moda e parte para debates mais relevantes: relação com assessorias de imprensa, diferença entre crítica e opinião e um grande peso para as mídias eletrônicas. Admito, fiquei com vontade!

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Consultoria de Moda, na FAAP

Quando: De segunda à sexta no período da noite, de 25/07 a 29/07

Inve$timento: R$ 915 em até 3 parcelas

Por que: Manu Carvalho já vestiu de Ivete Sangalo à Carol Dieckmann, e tem MUITA experiência com styling, produção de moda e, claro, consultoria. São áreas próximas mas muito diferentes – e que ela domina com maestria.

A marca na Moda – Branding, na ESPM

Quando: De segunda à sexta no período da noite, de 18/07 até 22/07

Inve$timento: R$ 1.360 em até 6 parcelas

Por que: Branding é a palavra do momento. Mesmo se você não tiver a sua marca própria, é o tipo de técnica que pode ser aplicada à tudo – inclusive uma pessoa física. Espere encontrar conversas sobre identidade de marca e posicionamento, storytelling como construção de marcas e cases de sucesso do mundo da moda e cosméticos.

Em tempo: Não tá podendo inve$tir agora mas também não quer deixar de estudar? Dá uma olhada nesse post que eu falei sobre por que programação é “A” habilidade que você deveria dominar em 2016 e uma ferramenta 100% online e gratuita pra fazer isso que eu tô viciada!

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